Clube do Português

Língua portuguesa para produtores de conteúdo

Month: agosto 2016 (page 2 of 3)

Conjunções adversativas x concessivas – como identificar qual é qual?

Cada uma tem uma função específica.

As conjunções adversativas e concessivas são usadas com o mesmo propósito: ligar enunciados com orientação argumentativa contrária. Contudo, elas possuem funções diferentes e, por isso, é fundamental saber diferenciá-las para entender qual delas utilizar em cada contexto.

Conjunção adversativa

Nas adversativas, o argumento mais forte é aquele que acompanha a conjunção. Veja:

ex: Ele é inteligente, mas é preguiçoso.

Nesse caso, o fato de ser preguiçoso é mais relevante do que o de ser inteligente. Como bem destacam os professores Francisco Savioli e José Fiorin, a estratégia discursiva é a de indicar uma conclusão e, imediatamente, apresentar um argumento para anulá-la.

A conjunção adversativa é usada para coordenação de orações e introduz uma oração coordenada sindética adversativa. Por isso, a ordem das orações não pode ser invertida. Veja:

ex: Ele é inteligente, mas é preguiçoso. CORRETO

ex²: Mas é preguiçoso, ele é inteligente. INCORRETO

Exemplos de conjunções adversativas: mas, contudo, entretanto, todavia.

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Aferir x Auferir

Na língua portuguesa, existem várias palavras que são parecidas, mas possuem significados totalmente diferentes. É o caso do par aferir e auferir. Uma tem o significado de verificar e a outra de obter, alcançar. Assista ao vídeo e veja mais.

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O que são verbos defectivos?

Entenda o que são verbos defectivos.

Os verbos defectivos são aqueles que não possuem conjugação completa. Em outras palavras, são aqueles que não podem ser conjugados em alguns modos, tempos e pessoas. Nesses casos, o comum é substituí-los por verbos sinônimos que possuam a conjugação desejada.

Exemplos de verbos defectivos: viger, colorir, falir, esculpir, banir, brandir,  carpir, delir, demolir, delinquir, ruir, explodir, feder, bramir, extorquir, retorquir e doer.

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A lei está vigindo ou vigendo?

Viger é um verbo defectivo

Há verbos que apresentam conjugações escorregadias. Um exemplo é o verbo viger. Muitas pessoas acreditam, erroneamente, que a forma correta é vigir. Usamos o verbo viger, quando queremos dar o sentido de vigorar, de estar em execução.

ex: A lei já está vigendo.

Outra curiosidade é que viger é um verbo defectivo. Isso significa que ele é conjugado somente em alguns modos, tempos e pessoas. Por exemplo, ele não pode ser conjugado na 1ª pessoa do presente do indicativo:

Eu -;

Tu viges;

Ele vige;

Nós vigemos;

Vós vigeis;

Nós vigemos.

Ele também não é conjugado no presente do subjuntivo. Veja a conjugação completa AQUI.

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Crase: duas dicas úteis

Existe crase antes de verbo? E entre palavras iguais? Neste vídeo, tiro essas duas dúvidas para você nunca mais se confundir!

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Sessão, seção, cessão – entenda a diferença em 1 minuto!

Existem parônimos (palavras parecidas com significados diferentes) que são clássicos no ensino do português. É o caso do trio sessão, seção e cessão. Veja no vídeo o significado de cada uma.

 

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O óculos ou os óculos?

A palavra “óculos” é uma pluralia tantum, ou seja, existe somente no plural. Dessa forma, o artigo ou o pronome que acompanha deve sempre estar no plural.

Ex1: Esqueci meus óculos.

Ex2: Peguei os óculos.

Jamais:

Esqueci meu óculos ou Peguei o óculos.

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Sujeito SEMPRE sem preposição

Não coloque preposição no sujeito!

Muitas vezes,  é complicado acertar a concordância em frases com sujeitos que possuem adjuntos adnominais longos.

Ex.: A falta de água de esgoto e de escola são um problema para a humanidade.

Para evitar esse equívoco, basta se lembrar que sujeito nunca vem acompanhado de preposição. NUNCA!

Para acertar a conjugação, vamos identificar as preposições. Vejamos:

Ex²: A falta de água de esgoto e de escola.

Perceba que o único termo não preposicionado é “falta”, logo estamos diante de um sujeito simples. Então a conjugação correta do verbo ser é:

ex³: A falta de água, de esgoto e de escola é um problema para a humanidade.

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O que é adjunto adnominal?

O que é adjunto adnominal?

Adjunto adnominal é o termo que explica, especifica ou determina um substantivo. Trata-se de uma função sintática exercida por adjetivos, locuções adjetivas, artigos, pronomes adjetivos e numerais adjetivos.

Ex¹: O homem jovem comprou dois pomposos ternos.

O primeiro passo para identificar os adjuntos adnominais é encontrar os substantivos da oração. Vejamos:

Ex²: O homem jovem comprou dois pomposos ternos.

O artigo “o” e o adjetivo “jovem” estão ligados ao substantivo “homem”, agindo, assim, como adjunto adnominal.

O numeral “dois” e o adjetivo “pomposos” se conectam ao substantivo “ternos”, atuando também com adjunto adnominal.

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Faltou vocês ou faltaram vocês?

Pergunta do leitor: O correto é: “Faltou vocês ou faltaram vocês” ?

Resposta: Esse caso permite uma dupla interpretação.

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