Pessoal, mais uma dica simples, mas que ajuda bastante na hora da análise morfossintática. Pronome relativo sempre virá depois de  um substantivo ou termo substantivado (por exemplo, oração subordinada subjetiva).

Exemplificando:

1 – Dizem que faz mal.

O “que” vem depois de um verbo, então não pode ser pronome relativo. Nesse caso, é uma conjunção integrante.

2 – Este estudo, que fala sobre direitos humanos, é revelador.

“Que” vem antecedido por um substantivo (“estudo”). Então, é pronome relativo.

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